Comissão Técnica Estadual da banana discute sobre mercado e a produção na Bahia

Discutir o mercado e a produção de banana na Bahia. Este foi o tema debatido em reunião na última terça-feira (12), pela Comissão Técnica de Banana, na sede da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (SEAGRI). A reunião tratou sobre a criação de novos mecanismos que facilitem a produção de banana e evitem que as lavouras sejam contaminadas pela Sigatoka-negra. Durante o encontro também foi solicitado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) um levantamento nacional sobre a doença. A Comissão Técnica de Banana é presidida por representantes da Diretoria de Defesa Sanitária Vegetal, da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB).
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O pedido reforça as ações de fiscalização, monitoramento e medidas que devem ser adotadas com relação à mitigação de riscos e o reconhecimento de novas áreas livres da doença.Outro tema que esteve em pauta foi a criação do Fundo da Bananicultura que tem como objetivo melhorar a economia dos cultivadores e acelerar a produção. Esse fundo é uma espécie de suporte financeiro para todas as ações que vão desde pesquisas até a sanidade.
A partir de março de 2018, todo o processo para a Permissão de Trânsito Vegetal (PTV) poderá ser efetuado através do site da ADAB (www.adab.ba.gov.br).

A Sigatoka-negra é uma doença que destrói os bananais e acarreta uma série de limitações na comercialização do produto. Para evitar a disseminação da doença no Estado, é essencial o apoio dos produtores. Um fator importante no combate e prevenção a doença é que no transporte da banana é obrigatório o uso de caixas de madeira de primeiro uso (com nota fiscal) ou plásticas higienizáveis (com declaração de higienização) já que o fungo pode ser transmitido por meio desses objetos.

Estiveram presentes no evento representantes do setor bananeiro da cidade de Bom Jesus da Lapa e Itinga, das higienizadoras de caixas plásticas, responsáveis e técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e do Setor Jurídico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB).

Fonte: ASCOM – ADAB

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