Idoso de 74 anos é agredido após estacionar o carro; veja vídeo

Um idoso foi agredido após um desentendimento no trânsito na última segunda-feira (20) em Joinville. O aposentado Valdir Manoel Tomaz, 74 anos, estava trafegando em uma rua do bairro Iririú, quando precisou acessar a rua à direita. Segundo a mulher dele, Landir Pereira Tomaz, 76 anos, o homem deu a seta de sinalização para poder virar e, neste momento, foi surpreendido pela buzina de outro veículo.

— O meu marido deu a seta para pegar a rua Iririú. O outro carro vinha em alta velocidade e no mesmo sentido na rua Papa João 23. Ele apertou a buzina, pressionando o meu marido. O Valdir abriu a janela do carro e falou ‘Você não viu que estou dando a seta para virar?’. Depois disso, nós seguimos o nosso caminho — afirma a senhora.

O casal continuou trafegando pelas ruas do bairro Iririú a caminho de uma frutaria na rua das Cegonhas. Landir percebeu que o outro automóvel envolvido na confusão estava atrás do carro dos idosos, mas ela não percebeu nenhum comportamento diferente por parte do condutor. Somente em uma lombada da rua Coronel Vieira, o motorista quase bateu na traseira do automóvel do casal.

Quando Valdir estacionou no comércio, o outro motorista passou pelo carro do casal, parou pouco mais a frente da frutaria e deu a ré, retornando onde eles estavam estacionados. A dupla só percebeu a presença do homem quando ele já estava perto dos dois.

Quando o meu marido saiu do carro, esse homem veio por trás e deu um soco na nuca dele. Depois disso, o Valdir caiu — relembra.

Após ser agredido e cair, o idoso bateu com o rosto primeiramente no pára-choque do carro e, depois, no chão de brita. A mulher ainda correu atrás do agressor e o segurou pelo braço, mas ele se desvencilhou e foi embora sem prestar socorro.

Por causa do impacto, Valdir desmaiou no local e foi encaminhado pelos familiares para o Pronto-Atendimento (PA) do Aventureiro, onde levou seis pontos no ferimento da testa. Além disso, o idoso ficou com o joelho e a nuca machucados e a visão turva. Após algumas horas de atendimento, ele foi liberado e passa bem.

— Eu me senti humilhada ali na hora, ele não conseguiu se levantar. Eu cheguei a correr atrás do homem, mas ele conseguiu sair e foi embora – diz.

fonte-an

 

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