Comunidades carentes recebem cestas básicas de PMs do 5º BPM

Moradores carentes da localidade de Vila Manancial, zona rural da cidade de Quijingue, distante 343 km de Salvador, foram presenteados, neste domingo (4), com cestas básicas doadas pelos integrantes da 5º Batalhão da Polícia Militar (Euclides da Cunha).

A ação social também é realizada em diferentes localidades dos municípios de Tucano, Euclides da Cunha, Canudos e Monte Santo.

Em parceria com o Conselho Comunitário de Segurança Pública (Conseg) da cidade, a ação, promovida pelo 5º BPM, é realizada mensalmente em diferentes locais dos municípios de Tucano, Euclides da Cunha, Quijingue, Canudos e Monte Santo.

A ação social também é realizada em diferentes localidades dos municípios de Tucano, Euclides da Cunha, Canudos e Monte Santo.

O comandante da unidade, tenente-coronel Amón Pereira Gomes, destacou a satisfação em poder ajudar às pessoas necessitadas. “Sou suspeito em falar, mas as pessoas sempre nos recebem muito bem. Apesar de gratificantes, esses momentos também são dolorosos, por se tratar de um público muito carente. É uma realidade que dói”, confessou.

A ação social também é realizada em diferentes localidades dos municípios de Tucano, Euclides da Cunha, Canudos e Monte Santo.

Além das doações, a tropa disponibiliza acomodações do batalhão para aulas de jiu-jitsu, boxe, capoeira e reforço escolar, ministradas por policiais militares. Já o projeto criado há quatro meses e intitulado ‘Chá do 5º BPM’ promove ações culturais em via pública e tem por finalidade desviar os jovens da criminalidade.

A ação social também é realizada em diferentes localidades dos municípios de Tucano, Euclides da Cunha, Canudos e Monte Santo.

Realizamos uma análise das ruas e praças mais frequentadas pelos adolescentes e, em seguida, montamos uma equipe e fazemos um sarau. A melhor parte é perceber que eles interagem conosco. O objetivo é atraí-los para as coisas boas”, explicou Amón, acrescentando que, ao final do evento, “distribuímos chás de erva doce e cidreira”.

Fonte: Ascom / Silvânia Nascimento

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